quarta-feira, 28 de agosto de 2013

JESP, Av. Paulista

Foto baixada de uma página do Facebook, sobre o JESP: https://www.facebook.com/JardimEscolaSaoPaulo

Jardim Escola São Paulo - Av. Paulista

Novas contribuições

O colega Diobel nos envia o material abaixo, que publicamos com muito prazer!

JESP-album

JESP-1954

A nota foi escrita, segundo ele, provavelmente pela sua mãe.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Natal 2011 no Reino da Garotada de Poá


Olha aí, turma do JESP, para quem quiser e puder prestigiar e ajudar.
Feliz Natal a todos!

Reino da Garotada de Poá - Natal 2012
Reino da Garotada de Poá - Bazar de Natal 2012

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Exposição de Barbara Xumaia

Barbara Xumaia - Exposição de Arte Naif
No Club Transatlântico (São Paulo)
Rua José Guerra 130 (Chácara Santo Antônio)
De 03/10 a 03/11 de 20
tel: 11 21338603


domingo, 28 de agosto de 2011

Fotos da Bibi

Bibi é a nossa colega Birgit Straus, que estudou no JESP entre 1973 e 1978. Ela mandou essas fotos bem legais para publicar aqui. Quem puder completar com os nomes que estão faltando, é só colocar nos comentários. Ela é essa da primeira foto.

1975c - Bibi

1973-11-15 - Bibi Jesp

Acima: Eduardo Cunha, Mila, Mônica, Sandra, Fernando, Tomás, Bibi, Mariana e Flávio (informações da Prof. Luiza Coelho)

1974-06 - Bibi Jesp

Acima: Prof. Luiza Coelho, a mãe da Bibi e da Sandra e ?. As crianças são Bibi, MAria carolina, Sandra e Luiz Henrique (informações da Prof. Luiza Coelho)

 

1975c - Bibi - Jesp

Na foto acima:

Segundo a Bibi:
fila de cima da dir. pra esquerda: minha irma sandra, ??, eu, ??, mila, ??
fila do meio da dir. pra esquerda: ??, carolina,??, as 2 meninas que seguem - uma e paola e a outra e paula, ??
fla de baixo da dir. pra esquerda: so sei o nome da penultima de branco - mariana. eu acho, que o nome do garotinho ao lado (ultimo) e rui.. nao tenho certeza

Segundo a Prof. Luiza Coelho (da esquerda para a direita):
em cima: Marcos, Mila, Ricardo, Bibi, Fernando e Sandra
no meio: Sandra, Paulo Eduardo, Mariana, Valéria, Fernanda, Maria Carolina, Isabel e Carlos
embaixo: Carlos Eduardo, Mariana, Eduardo, daniela, Mônica e Julio

1975c - Bibi - Jesp 11975c - Bibi - Jesp 2

Mandem mais fotos!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

Foto 1966

Vejam que foto legal a Cláudia Anaf nos enviou!

JESP - Cláudia Anaf - 1966 Foto Nipon

Se alguém souber os nomes, favor colocar nos comentários.

1ª contribuição: Laura!

...Glaucia, Raquel, Vivian, Laura (eu!) e Mônica.
sentados no chão reconheço o Pedro, o Tymur, o Daniel e o Arnaldo
Brigitte, Sharon, Cyrce, Claudia, Marina, Dona Marlene...

Nota do Edison: o Daniel é o de óculos segurando a placa e é meu primo (engraçado, não me lembrava que ele usava óculos…)

domingo, 16 de agosto de 2009

Classe da Profa. Luiza – 1971

1971 - JESP Classe Luiza

Profa. Luiza, Tatiana, pula uma, Fabio Del Gobbo, Ana Maria, Margareth, Gioia, Tomaz, André, Nicolas, Luiz Fernando, Johnny, Francisco e Flavio.

domingo, 19 de julho de 2009

Notícias do Reino da Garotada de Poá

Reino da Garotada de Poá

Diário do NE 
Fortaleza, CE, Brasil, 2 de julho de 2009

COLUNA Flávio Paiva
Um dia no Reino da Garotada

No centro da região do Alto Tietê, em São Paulo, existe a cidade de Poá. E no centro da cidade de Poá existe um lugar chamado Reino da Garotada. Poá é conhecida por ser uma estância hidromineral, pela estrada de ferro, pela exposição de orquídeas e pelo Reino. E o Reino é conhecido por suas torres de arquitetura holandesa, por sua extensa área verde contínua e por ser um respeitado e tradicional centro de formação de crianças, adolescentes e adultos. Poá tem 60 anos de emancipação política de Mogi das Cruzes e o Reino tem 65 anos, desde a sua fundação como internato, pelo padre Simon Switzar (1905 – 1970). A história dos dois se confunde no espaço e no tempo.

Hoje, Poá, que tem 111 mil habitantes, se orgulha de ter o mais elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região e o Reino da Garotada, com atendimento atual a cerca de 1 mil pessoas, se orgulha de ter contribuído muito para isso. O Reino deixou de ser uma instituição da igreja para se tornar uma organização da sociedade civil, com creche para crianças até seis anos, um centro de juventude para estudantes de 7 a 13 anos e oficinas de capacitação profissional para jovens de 14 a 17 anos. Além disso, desenvolve, para os adultos da cidade, oficinas que vão do tear à informática.

O Reino da Garotada está imprimindo mais dinâmica cultural em seu novo processo formativo e de sociabilidade, aproveitando ao máximo o patrimônio construído ao longo de sua história. Tanto que vem potencializando o Ponto de Cultura “Memórias do Olhar”, implantado em suas instalações, em 2008, com o apoio do Ministério da Cultura. Com este espaço de preservação, produção, divulgação, reflexão e transformação, por meio da fotografia e do vídeo, os poaenses passam a ter mais um atrativo para freqüentar o Reino da Garotada, nessa ampliação do seu caráter assistencial para o patamar de instituição social e cultural.

A intensificação da ação cultural no Reino da Garotada está abrindo uma nova frente de aproximações, que é a de convidar autores para conversas com crianças e educadoras no espaço de biblioteca que eles chamam de “Jardim Literário”, por ser realmente um cantinho entre árvores e flores. Tenho a satisfação de ser o primeiro autor a ser convidado pelo Reino nessa fase renovadora que se inaugura. No passado, as atividades culturais no Reino chegaram a produzir a gravação de elepês no Rio de Janeiro, com o seu coral de crianças regido pelo maestro Guerra Peixe (1914 – 1993).

Passei todo o dia da última sexta-feira, dia 26, no agradável ambiente do Reino da Garotada. Estive em cada uma das suas instalações, na padaria, na movelaria, na oficina de instalações elétricas, na sala de confecções, enfim, almocei com eles no refeitório e tomei mungunzá doce (que eles chamam de canjica) com as crianças da creche. Evidente que não tenho a pretensão de em um dia de visita, de convivência, querer ter entendido uma instituição e suas competências comunicativas. Mas fiquei muito bem impressionado com a interação das pessoas, adultos, adolescentes e crianças, naquela estrutura de intersubjetividades.

O Reino da Garotada tem ares de mundo infantil integral, de espaço onde a liberdade imaginativa é considerada na construção da subjetividade e do repertório comportamental, em uma ação educativa exercitada com base no respeito à figura do outro. As crianças do Reino, prioritariamente as mais socialmente desfavorecidas da região, têm a oportunidade de frequentar um ambiente informacional bem contextualizado na vida comunitária e ao mesmo tempo habitar o universo simbólico da infância, como se morassem dentro de um livro e pudessem passar as próprias páginas.

Por se movimentar simultaneamente com e por todas as faixas etárias, o Reino é mais do que um centro de formação. É um campo de integração, de disciplina, de autoconhecimento e de produção. Enquanto as crianças brincam, os adolescentes se organizam para jogar futebol ou para ver a sessão de vídeos alternativos no cineclube e os adultos discutem as imagens a serem trançadas nas tapeçarias. Todos ali são papéis-modelo, se é que isso é possível. Digo isso, porque a experiência do Reino sugere que o lugar de destaque social está na função de cada um e na forma espontânea como todos interagem.

Ao mesmo tempo em que a criança está dentro de uma dinâmica multi-etária e multifuncional ela é orientada pelo que está vivendo enquanto criança. Não parece haver a neura da antecipação do adulto que ela será. As particularidades da infância, da adolescência e do mundo adulto se potencializam por simples senso de reciprocidade. Esta vivência na complementaridade tira da criança o peso da indesejada sensação de morrer de véspera, sensação imposta pelo paradoxo de que para se tornarem adultos meninas e meninos devem se submeter à morte ontológica da infância.

No Reino, não há os suficientes e os insuficientes, todos em qualquer idade têm um potencial a ser desenvolvido permanentemente. Em seu “Pequeno calendário colorido para os que sabem ler o tempo” (Zé do Livro, 2009), Edson Natale diz que “as vezes as pessoas não são como são e sim como podem ser”. É o que se revela nessa experiência de Poá, onde as crianças crescem no convívio de adolescentes e de adultos, não para imitá-los, mas para continuarem sendo o que são na construção do desenvolvimento de todos. Isso faz do Reino da Garotada um espaço de compreensão da cultura do desenvolvimento contínuo. E uma situação que aproxima, imbrica e respeita as características das diferentes fases humanas me parece ser uma boa chave para a educação.

Tenho visitado escolas públicas, onde “estudam” crianças vítimas da pobreza, que regularmente utilizam grades de ferro nas portas das salas de aula. É deprimente encarar a jaula escolar, essa extremada solução encontrada pela racionalidade do confinamento como “proteção”. Por isso, vejo com bons olhos o sentido de proteção, quando ele é configurado no conceito de pertencimento e de aconchego. No Reino, a criança é pessoa, sujeito direto e não apenas indivíduo. E sendo pessoa, tem a prerrogativa de exercitar a cultura da infância em toda a sua extensão lúdica, imaginativa, de relação com a natureza e, sobretudo, de poder falar a linguagem da brincadeira.

As crianças do Reino existem concretamente como parte de um grupo social, em estado de aprendizado, vivência e produção comum de sustentabilidade. É importante realçar que as contribuições oficiais para a manutenção da instituição não chegam nem a vinte por cento, o que dá a todos os que acreditam no projeto a responsabilidade de cuidar da sua existência. Isso significa zelo constante e, mais do que isso, significa que é preciso participar. Educacionalmente essa distinção participativa me atrai, porque o comprometimento das pessoas não se dá por um discurso e sim pela prática da convergência de interesses comuns.

Todas as experiências são voltadas ao aprendizado de interdependência, no qual as crianças se envolvem com o que interfere em suas vidas. No Reino, as crianças não existem apenas como garantia de que haverá um futuro. Elas existem no presente, influenciando e sendo influenciadas no plano social. Meninas e meninos entram em cena como crianças, ampliando as possibilidades do fazer juntos, do tecer a vida coletivamente. O compartilhamento da produção simbólica com as representações do mundo adulto, tanto nas atividades corriqueiras quanto nas esporádicas, sinalizam para uma educação que vai além da razão instrumental.

flaviopaiva@fortalnet.com.br
www.flaviopaiva.com.br
www.diariodonordeste.com.br

sábado, 27 de junho de 2009

Fotos da Adriana

A Adriana me mandou essas fotos por e-mail. Ela estudou de 71 a 74 no JESP.

Atualizado em 24/07 com dados fornecidos pela Profa. Luiza Coelho (em azul).

1973 JESP - Adriana

Em baixo, da esquerda para a direita: Daniel, ___ e Eugênio.
No meio: Maria Izabel, França, ___ e Norberto Martini.
Na terceira bancada: ___, André e Arnaldinho.

Em pé ao lado da Profa. Sônia (irmã da Luiza), Carina, Adriana, outra Adriana, Laís, ___ e Veronique.

1974 JESP - Adriana

Profa. Neide. Ao lado dela a Maria Izabel, ___, Lais, ___ e ___
À direita da professora: ___, ___, Carina Teixeira e Fábio.
Na bancada abaixo das meninas: André, Daniel, ___, Milo.
Na próxima: Arnaldinho, Norberto, Neto, Eugênio.
A primeira menina da direita é Adriana Souza, Izabel Petit, Fábio Lins da palma.

Alguém mais se achou nas fotos aí em cima? Ou sabe do nome de mais alguém?

1974 JESP - Adriana, Adriana e Laís

Ela é a do meio nesta última foto. Ao lado dela tem outra Adriana e a Laís.

Faça como a Adriana, mandem fotos para colocarmos no nosso blog!

Faça como a Profa. Luiza, mande os nomes de quem você se lembra!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Eu sou Fiscal do Sarney

Fiscal do Sarney

Quem se lembra?

Esse bottom foi lançado no início do Plano Cruzado, em 1986, na primeira tentativa de Sarney de controlar a descontrolada inflação de então. Tinha como um de seus pilares o controle de preços e, para tanto, ele delegava a cada cidadão a função de “Fiscal do Sarney”. Só serviu para alimentar o Jornal Nacional e seus concorrentes de cenas deprimentes.

Está na hora de ressuscitar essa campanha, só que dessa vez com sinal trocado. Nessa eu embarco. Participe você também!

domingo, 7 de junho de 2009

Mais fotos

Jardim Escola, Dona Neide - 1960

D. Neide, 1960

Jardim Escola - Dona Neide - 1965

D. Neide, 1965


Fotos enviadas pela colega Maysa Blay.

(manda mais, manda mais!)

quinta-feira, 26 de março de 2009

A bárbara Bárbara Xumaia


Bárbara Xumaia foi professora de arte no Jardim Escola São Paulo, um lugar lindo e feliz. Uma casa antiga, na Avenida Paulista, com um jardinzinho separado por um portão de madeira, árvores e pessoas inesquecíveis.


segunda-feira, 16 de março de 2009

Professora Barbara


Pessoal,

Achei a Prof. Barbara no site da
Glatt & Imagos, com o seguinte texto e amostra de sua obra. Muito interessante foi o abrasileiramento de seu nome:

Nascida em Berlim, em 7 de julho de 1936, Barbara Xumaia (Schulmayr) tem uma maneira toda própria de entender o Brasil, para onde veio em 1955. Interessada por arte, ela realizou aulas da técnica de batik com o artista Toyota em meados da década de 1960, mas seu talento para pintar sBarbara Xumaiae desenvolveu no contato com as crianças. Barbara lecionou, de 1960 a 1980, no Jardim Escola São Paulo, instituição que adota o método Montessori, que se caracteriza pela liberdade dada às crianças para que desenvolvam as suas potencialidades. Com a artista, ocorreu o mesmo, pois ela foi, gradualmente, apresentando, em seus trabalhos, uma forma própria de ver o País. Seja em telas nas quais enfoca o samba, a Igreja do Bonfim, na Bahia, festas juninas ou colheitas, nas quais cada pincelada branca equivale ao produto de um algodoeiro, Barbara revela um estilo naïf bem pronunciado. Seus trabalhos com motivos brasileiros, permeados de festas já foram apresentados em exposições individuais na África do Sul, EUA, Alemanha e Japão, além de numerosas coletivas no Brasil e no exterior, caracterizadas pela apresentação de um Brasil repleto de alegria e cores intensas.

O Passeio - Barbara Xumaia

Esta outra obra eu achei no blog da Maysa Blay, que também é nossa colega.

Barbara Xumaia 1

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Um baile no Oriente Médio


Ainda no Brasil, mr. Miles aguarda a festa do entendimento entre as nações em guerra
Mr. Miles,
miles@estadao.com.br - O Estado de S.Paulo

- Teimoso, nosso grande viajante não apareceu mesmo aqui na redação, frustrando alguns de seus admiradores.

Em mensagem enviada logo após a passagem do ano, mr. Miles garante, entretanto, que continua no Brasil. Diz que apreciou sua temporada na Ilha de Santa Catarina, mas que, "in fact, choveu copiosamente, o que, aliás, fez com que eu me sentisse em casa.

By the way, os fenômenos meteorológicos advindos da velha irresponsabilidade humana têm dado um ar britânico inequívoco a esse belo Estado brasileiro. Falta apenas que se desenvolva uma certa fleuma para aceitar o inevitável, que, in my opinion, pouco ou nada compromete a beleza das praias da ilha. De minha parte, fui ao mar todos os dias e nem sequer tive de usar os pesados sweaters que precisava envergar quando veraneava em Brighton."

Alguns leitores da coluna, em férias no litoral sul do Estado do Rio, julgam ter visto nosso correspondente remando, solitário, na Baía de Paraty, nos primeiros dias de 2009. Não foi possível confirmar a informação, mas é fato que mr. Miles nutre grande afeição por Amyr Klink, por sua esposa, Marina, e pelas três lindas filhas do casal. Consta, inclusive, que o viajante britânico é o padrinho inglês de Nina, a mais jovem delas.

Não seria de estranhar, portanto, que nosso correspondente tivesse aproveitado essa rara viagem ao Brasil para, como diz, "abater" algumas garrafas de Underberg ao lado do navegador brasileiro, conversando, alternadamente, sobre pinguins-imperadores, Schackleton (com quem mr. Miles passou um perrengue no Endurance, tempos atrás) e o extinto Jardim Escola São Paulo, na avenida Paulista - endereço onde Amyr e um amigo comum de ambos, o também viajante Ronny Hein, tiveram os primeiros contatos com o prazer do aprendizado constante.

Colaboração de Luiza Coelho

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Reino da Garotada de Poá


Conforme eu informei lá embaixo, entrei em contato com o Reino da Garotada de Poá pedindo informações sobre as apresentaçãoes que o JESP fazia em benefício daquela entidade. Meu e-mail foi o seguinte:

Sou antigo aluno do Jardim Escola São Paulo, escola de 1º grau que funcionava na Av. Paulista nos anos 60. A escola tinha diversas atividades musicais e culturais e fazíamos uma apresentação anual no Teatro Record, cuja renda, segundo se lembra minha mãe, ia para o Reino da Garotada de Poá. A razão para eu remeter esse e-mail é perguntar se vocês têm algum dado ou foto da época que possa me ser fornecida uma cópia, pois estamos reunindo outros antigos alunos da escola e penso que isso seria uma importante e interessante recordação.

E recebi hoje a resposta:

Infelizmente, não consegui identificar nenhuma foto da época de escola do senhor.... Tenho muitas fotos dessa época mais muitas estão sem legendas.
Convido o para nos fazer uma visita e dar uma olhada em noso acervo de fotos.
(deixou o nome e o telefone mas não vou postar aqui)


Quem se habilita?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Do baú do Natan

(Os comentários são do Nathan)
ROBERTO MARIANI, HENRIQUE METZGUER, RAMALHO, REGINA SHIMIT VIGANION KKK ESSA FOI A PRIMEIRA PAIXÃO KKK

MIKEY judo na apresentação na Record do meu lado Atanase


Dona Cora na Record



So festa hehe do lado do Duilio Leopoldo Koque so comia pimentão..kkk e DONA OLGA saudades



Palhaço TORRESMO kkk festa de NIVER depois de anos entrevistei o filho dele chorou pra caraca quando viu a foto



27 DE SETEMBRO DE 2008 ENCONTRO DOS JESPIANOS DEPOIS DE 40 ANOS E MOLE....KKKK


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Dia do Professor

Aos Mestres do JESP meus parabéns pelo dia de hoje !
Alguns estão na comunidade do Orkut aos tantos outros que não estão na comunidade e já não estão mais entre nós...
Minhas homenagens: Luiza, Janice, Harry Neufeld, Cora, Leonetti, Jaci, Maria Antonia, Walquiria, Sonia, Hilda, Marlene, Braulio, Evelyn, Mickey, Sandra, Clovis, Shirley, Elizabeth, Maria Aparecida, Bárbara, Leoniza, Mirna, Ariza, Lilian, Elizabeth (Bethgirl), Elizabeth (atominho), Marilia, Neide, Julieta, Olga ...
Lembrei destes no período que estudei lé se alguém lembra de mais algum... não deixe de escrever...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Uma garrafa e meia!


E não era só no teatro que a gente se apresentava, dentro da escola também.

Lembro-me de uma vez que durante um dia todo tivemos uma série da atrações, meio um Show de Talentos da escola. Balé, judô, exposição de pintura, desenhos e por aí vai.

Não me esqueço do fato, mas não me lembro como fui convencido a fazer duas apresentações.

Numa, eu declamei Bilac:

"Ama com fé e orgulho a terra em que nasceste.
Criança! Não verás país nenhum como este..."

Na segunda, me vi vestido de mágico em frente a uma platéia (palavra essa que perderá o acento a partir de janeiro próximo).

Então, lá estava eu, com uma garrafa de Guaraná na mão. Lembra daquela garrafa de Guaraná, marrom com dois rótulos? Pois é, lá estava eu prometendo que daquela garrafa eu faria uma garrafa e meia!

Ensaiei uns passes e uns abracadabras e, para surpresa da platéia acentuada e assentada, retirei de dentro da garrafa uma meia de nylon da minha mãe!!!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008